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O veneno do pós-modernismo

aO veneno pós-moderno gira em torno do tema da verdade. Em uma entrevista com o filósofo John Caputo da Universidade de Syracuse, o veneno do pós-modernismo foi tomado.

Um dos pontos de vista comuns do pós-modernismo é que não existe uma grande metanarrativa. Uma grande metanarrativa seria uma história abrangente que representa a verdade, como a mensagem de expiação por meio da morte de Jesus, ou simplesmente a mensagem da Bíblia. Como Caputo declarou,

“então, tudo o que a modernidade tentou dissipar, os pós-modernistas também querem dissipar, mas querem fazê-lo de outra maneira. Eles querem fazer isso sem as fortes e universais afirmações epistemológicas e metafísicas que os filósofos modernistas abraçaram “.

A palavra-chave é “universal”, na qual a grande metanarrativa é negada.

A maneira pela qual os pós-modernos rompem com a grande metanarrativa é com a desconstrução. Caputo, explica:

“O tom negativo da palavra ‘desconstrução’, que é gramaticalmente uma negação, você joga fora. Se alguém lhe desconstrói, estará lhe fazendo um favor. Mas eles estão quebrando a rigidez das crenças que estão sendo defendidas também firme e ferozmente. Eles querem abri-la para as formas em que as coisas podem ser reinventadas.

A desconstrução não se preocupa com a verdade, mas como Caputo explica, é uma reinvenção de crenças. A verdade é irrelevante em uma visão puramente pós-moderna. A verdade não pode ser reinventada, não importa o quanto Caputo gostaria que fosse assim. Quando a verdade é desconstruída, a veneno do pós-modernismo foi tomado.

O principal problema com a filosofia pós-moderna é a erosão proposital da verdade objetiva. Esta erosão proposital é feito por meio da desconstrução. A desconstrução, uma ideia derivada de Jacques Derrida, é uma maneira de reconstruir o texto. É uma procura de um novo significado e nova interpretação de textos. Por exemplo, a Bíblia pode ser vista de uma forma diferente e desconstruídoa também. O professor de filosofia John Caputo tem a dizer sobre o desconstrucionismo,

“A desconstrução é uma forma de reinventar as coisas. Significa que você precisa de alguma coisa para inventar, para começar. Você precisa de algum tipo de tradição, a crença herdada, estruturas, etc, que é onde você começa”.

O problema com o desconstrucionismo é que ele leva a verdade relativa. O estudioso cristão Norm Geisler afirmou, “o desconstrucionismo abraça o convencionalismo. Todo o significado é relativo a uma cultura e situação”.  De acordo com desconstrucionismo, a verdade é perdida, porque reinterpretação é sempre necessária. Não há verdade objetiva em uma interpretação moderna pós desconstrutiva. Ainda de acordo com Caputo, “você nunca vai chegar à intenção original. Em segundo lugar, se você pudesse, isto não resolve nada, Isso foi apenas a primeira interpretação, que não é a último”.  Se tudo é sempre reinterpretado, então não existe uma verdade objetiva, e este é o problema do pós-modernismo. O pós-modernismo abre caminho para a verdade relativa a balançar seu caminho para a grande metanarrativa e é exatamente por isso que o entrevistador (Lucas Muehauser) disse para o professor Caputo que “muitos pensadores analíticos vão dizer que o pós-modernismo está conectado com o relativismo sobre a verdade e moralidade “. Caputo afirmou: “Eu não acho que é relativista”.  Caputo não faz nada para dissipar a noção de verdade relativa. Sempre que a verdade relativa é explicada, isto é feito por meio de declarações objetivas. O relativismo é autodestrutivo e pós-modernismo destrói a verdade objetiva. Este é o problema e o veneno do pós-modernismo.

Fonte: http://flatlandapologetics.blogspot.com.br/
Tradução: Carl Spitzweg

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